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O que deve mexer com as expectativas econômicas na próxima semana



LEIA EM SEGUNDOS OS MINUTOS DA SEMANA QUE PASSOU...


· A taxa de desemprego caiu para 8,1% no trimestre móvel encerrado em novembro, queda maior do que a esperada pelo mercado (8,2%). É o menor percentual de desocupados desde o trimestre encerrado em junho de 2015.





No cenário doméstico:


i. Na terça feira, será divulgada a primeira prévia de inflação do ano, o IPCA-15 de janeiro. O ritmo de aumento dos preços ficou acima do teto da meta por dois anos consecutivos e segundo as expectativas da última pesquisa Focus, deve estourar novamente a meta em 2023. A projeção da GO Associados para o IPCA-15 de janeiro é de 0,55%.

ii. O destaque será a movimentação na Câmara e no Senado, a eleição para a mesa diretora e para presidente das duas casas ocorre em 1º de fevereiro, quando os deputados e senadores eleitos tomam posse.

O mais provável é a reeleição de Arthur Lira (Progressistas-AL), na Câmara, e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), no Senado, ambos com apoio tácito do governo. A oposição, que poderia gerar incômodos principalmente ao presidente Rodrigo Pacheco, perdeu força com os atos antidemocráticos.

iii. Também no Congresso, senadores e deputados buscam apoio para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os atos de 8 de janeiro. O governo já se posicionou contrário à abertura da CPI e deve centrar esforços na eleição de seus aliados para a Câmara e o Senado.

iv. Na próxima semana, ocorrerão os preparativos finais para a visita do chanceler alemão, Olaff Scholes, que ocorre dia 30 de janeiro. Além do líder alemão, também virá ao Brasil uma delegação de empresários. Um dos assuntos do encontro deverá ser o acordo Mercosul-União Europeia (UE) e as pautas do meio ambiente.

v. Os desdobramentos do pedido de recuperação judicial da Americanas devem continuar sendo destaque. A empresa, que possui cerca de 18 mil funcionários, anunciou que possui uma dívida de R$43 bilhões.


No cenário internacional: 


i. Nos EUA, a discussão deverá ser o aumento para o teto da dívida pública, que chegou ao limite estabelecido de US$ 31,4 trilhões. O aumento do teto da dívida depende do aval do Congresso, no Senado de maioria Democrata o presidente Joe Biden não deve ter tantos problemas. Na Câmara, de maioria Republicana, a tarefa será mais complicada, os deputados de oposição devem exigir contrapartidas para aumento do teto da dívida, o que pode prolongar a discussão e prejudicar o funcionamento e pagamento previdenciário e de assistência social, por exemplo.

ii. O ano novo chinês que ocorre durante toda a semana faz com que seja feriado nos cinco dias na segunda maior economia do mundo.





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